Reconhecer e aceitar a personalidade e a singularidade de uma criança, adolescente , jovem, ou adulto, pode ajudá-lo a compreender a si próprio, desenvolver melhor suas capacidades, facilitar seus relacionamento interpessoais e se integrar melhor nos locais onde frequenta.
Conhecer as características intrínsecas de cada um ajuda a desenvolver uma boa autoestima e ser uma pessoa independente, sem se deixa influenciar por características negativas de outros.
Normalmente os pais, educadores, ou líderes em geral exigem muito de seus filhos, alunos. E quando eles crescem e chegam nas empresas, seus empregadores fazem a mesma coisa. Isso é um mecanismo de repetição dos ciclos fazendo com que todas aquelas memórias venham à tona como uma tortura para quem revive, sem entender direito o que está acontecendo.
Esse é o principal motivo das dificuldades nos relacionamentos interpessoais seja no contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.
Você já percebeu a existência desses ciclos? Os efeitos nocivos desses conflitos recaem sobre a saúde mental, emocional, psíquica, ou física da pessoa e prejudica também seu ambiente.
Essa exigência ou expectativa exagerada ou desmedida para mais ou para menos (existem pais que não dão atenção devida aos filhos), é a grande causa dos distúrbios da saúde do corpo, da mente das emoções nos adultos, mas foi desencadeado na infância.
As crianças que acostumaram a viver sob expectativas exageradas de seus pais, quando crescem continuam querendo ser o centro das atenções por onde passam, as vezes a rebeldia e desobediência é uma sombra advinda desse tratamento inconsciente recebido dos cuidadores. Aquela criança que hoje é adulto, se tornou dependente emocionalmente, e isso afeta o coletivo onde ele convive, e ele é afetado de volta.
O adulto pode não ter muita clareza de quais são os valores que está buscando afirmar em si mesmo. Por isso os arquétipos trazem essa clareza sobre si mesmo e sobre os demais, ajudando na convivência saudável.
Aquelas imagens respectivas ao emocional distorcido em relação ao arquétipo do pai, mãe, professor, etc, são projetados para continuar sendo aceito e aplaudido, é que atrai eletromagneticamente o sofrimento do presente, dificulta de ter ideias claras, ou pode ser confuso sobre suas escolhas, critérios, decisões, preferências, porque perderam o o potencial da essência.
Eles continuam tentando gerar expectativas cada vez melhores, para serem vistos, aplaudidos, mas no fundo o que eles querem na verdade é ser reconhecidos em sua singularidade, para chegar na aceitação e fluidez.
Esse mecanismo de querer ser aceito faz com que tentem parecer-se uns aos outros imitando-se na forma de falar, vestir, se comportar, conquistar as mesmas coisas, mas em algumas ocasiões este desejo de adaptação pode levá-los a perder a sua identidade em frente aos demais de uma forma excessiva, deixando-se influenciar ao ponto de anulá-los completamente como indivíduos. Isso não dá certo, e só causa dificuldades e mais conflitos.
Isso tudo acaba sendo exaustivo e muitos adoecem já que estão cada vez mais desconectados da sua verdadeira essência.
E você, consegue perceber isso nas crianças? Ou nos adultos no local de trabalho?
Você consegue se perceber se possui essa característica, de sempre querer atenção, aprovação, com seus pais; no seu ambiente de trabalho com os colegas; amigos; chefe; superior?
É importante trabalhar a auto-estima e a a valorização de si mesmo, porém para saber quais características necessitam ser trabalhadas, o mapa dos arquétipos identifica. Seja para você como pessoa, como profissional, para seus filhos, para sua equipe de trabalho, alunos, ou comunidade.
Seja você um líder de valor que faz a ponte para outros níveis.
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